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22-09-2016
Bombas de Vácuo Suryha ganham destaque na Revista do Frio
 

A retirada completa de gases e vapores do circuito frigorífico antes da carga de fluido refrigerante é um processo fundamental para não comprometer gravemente o desempenho da troca térmica nos sistemas de refrigeração ou condicionamento de ar. Se incondensáveis, como o ar, não são removidos, o equipamento irá operar a pressões de condensação maiores do que o normal.

Caso o vácuo não seja efetuado de forma correta, a presença do oxigênio ainda reage quimicamente com o gás refrigerante e a umidade, provocando a oxidação e corrosão progressiva do circuito e contaminando todo o sistema.

“A umidade é o principal inimigo da refrigeração”, ressalta Marcelo Machado, do departamento de marketing da Arsystem, lembrando que as bombas de vácuo ganham importância cada vez maior no processo de planejamento e instalação dos sistemas HVAC-R.

“Com o crescimento na utilização dos modernos sistemas HVAC-R com três funções em um equipamento (aquecimento, ventilação e ar condicionado), aumenta a necessidade de otimização nos padrões de qualidade de instalação”, explica. Levando em consideração a tendência global de racionalização no uso de recursos, economia de energia e, principalmente, foco no bem-estar do usuário, a Suryha – bomba de vácuo comercializada pela Arsystem – incorpora grandes adaptações e inovações para atender este mercado.

“Além do design do produto, que passa por melhorias constantes, a fabricação da bomba em materiais leves, porém resistentes, permite ao operador trabalhar e transportar o produto de forma mais ergonômica e segura. Sua carenagem de alumínio aletado permite maior refrigeração, e seu motor possui um sistema de partida auxiliar tornando o arranque mais suave, mesmo em temperaturas e tensões baixas”, detalha.

Segundo Machado, a Suryha conta com bombas de vácuo de duplo estágio, nos modelos 5, 6, 7, 8 e 12CFM. “São produtos compostos por palhetas rotativas banhadas a óleo, com mecânica de funcionamento bastante simples. As palhetas passam pelo ponto do selo a óleo, e os gases comprimidos atingem pressões suficientes para comandar a abertura das válvulas de exaustão. Estas expulsam a mistura de gases e óleo para o reservatório, passando-os pelos defletores e pelos filtros de óleo, permitindo apenas a passagem dos gases, que serão liberados para a atmosfera pela tubulação de exaustão”, afirma.
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